Tintas e Revestimentos

24 de janeiro de 2014

Tintas: Consumo de imobiliárias cresce puxado por reformas de fim de ano

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Publicado por: Antonio C. Santomauro
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    Química e Derivados, Tintas: Consumo de imobiliárias cresce puxado por reformas de fim de ano

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    radicionalmente, os últimos meses do ano representam um período de acentuação do comércio de tintas imobiliárias, mas essa sazonalidade, sempre lembrada pelos integrantes desse mercado, é absorvida sem grandes impactos pelos fabricantes de tintas. Primeiramente, por não ser muito acentuada (ao menos na maior parte do país); depois, porque as modernas técnicas industriais e de planejamento permitem que esses fabricantes se programem para atender às flutuações da demanda sem alterar muito as suas rotinas produtivas e de logística.

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    Carboni: melhora nas vendas dura todo o segundo semestre

    Normalmente, relata Marco Antonio Carboni, diretor de vendas de tintas decorativas da Basf (detentora da marca Suvinil), 45% das vendas dessa indústria ocorrem na primeira metade do ano, sendo as demais 55% realizadas no segundo semestre. O consumo mais acentuado na metade final do ano, ele complementa, não se concentra apenas em seus últimos meses: começa a manifestar-se já em agosto, e daí prossegue até meados de dezembro.

    Carboni explica a ampliação da demanda nos finais de ano com uma conjugação de fatores, incluindo a maior disponibilidade de dinheiro em circulação, decorrente de razões como a concessão do décimo terceiro salário.

    Há ainda causas mais subjetivas: entre elas, o fato de muitas pessoas recorrerem à pintura para tornar suas residências mais agradáveis para parentes e amigos que ali estarão nos festejos de fim de ano, e, posteriormente, ingressar no novo ano vivendo em um ambiente visualmente renovado. “Comparativamente à compra de móveis, a pintura é uma alternativa de renovação de ambientes economicamente mais acessível”, destaca o diretor da Basf.

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    Berretta: clima quente também estimula decisão por pinturas

    Questões climáticas também influem na sazonalidade dos negócios da indústria de tintas. Com exceção talvez de dezembro, os últimos meses do ano são menos úmidos e menos sujeitos a chuvas (em relação aos demais), e as temperaturas são mais elevadas (ao menos relativamente ao inverno). E essa conjugação de fatores ambientais permite a secagem mais rápida dos filmes de tinta.

    Por isso, destaca Benito Berretta, diretor de marketing da Tintas Coral, marca do grupo AkzoNobel, nos meses mais quentes aumenta a demanda por tintas. “É interessante realizar a pintura imobiliária nesses meses também porque eles têm dias mais longos, e a luz natural permite que se avalie melhor a qualidade de uma pintura”, ele acrescenta.

    Mas, apesar de serem também quentes e seus dias serem longos, os meses de janeiro e fevereiro registram queda nas vendas, ressalta Berretta, porque as pessoas têm então outras prioridades financeiras, como o pagamento de impostos e a realização de matrículas escolares. Além disso, nessa época muita gente viaja em férias.


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