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14 de outubro de 2013

Tecnologia Ambiental: Notícias

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Publicado por: Marcelo Furtado
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    Química e Derivados, Tecnologia_ambiental_Noticias ©QD Foto: Shutterstock

    VEOLIA TRATA LODO OLEOSO DA PETROBRAS

    A Veolia Water Americas fechou contrato para desenvolvimento, construção e operação de unidade de tratamento de lodo oleoso residual para a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), de Canoas-RS, a sexta maior do sistema Petrobras, com capacidade de 200 mil barris/dia. A nova unidade – cuja tecnologia a Veolia não revela – converterá as emulsões de óleo, sólidos e água em óleo recuperado para produzir diesel e gasolina, além de sólidos para injeção no coque, reduzindo a eliminação de resíduos da refinaria e gerando economia de custos estimada de US$ 1,5 milhão de petróleo por ano.

    As peças e os equipamentos para a unidade estão sendo produzidos nos Estados Unidos e no Brasil. O início de suas operações está previsto para novembro de 2013, quando deverá começar a tratar aproximadamente 6.200 barris de resíduo oleoso por mês, correspondendo a mais de 74 mil barris ao ano.

    A Veolia fornece serviços desse tipo para mais de 50 refinarias na América do Norte, tratando por volta de 30 mil barris/dia de resíduos oleosos, devolvendo aproximadamente 2,5 milhões de barris de óleo por ano ao processo de refino e auxiliando na produção do coque.

     

    INDÚSTRIA ALEMÃ PREOCUPADA COM ENERGIA

    Por causa da política energética adotada pela Alemanha, que privilegia fontes renováveis, o presidente da Federação Alemã da Indústria do Plástico (WVK), Josef Erti, prevê momentos difíceis para os fabricantes de máquinas e transformadores de plástico.

    Para ele, a decisão do governo alemão de abandonar a energia nuclear até 2022 e diminuir de forma paulatina o consumo de combustíveis fósseis, promovendo como substitutas principais as fontes eólica e solar, tornará a produção do país cada vez mais cara. Aliado à crise financeira internacional, o custo da energia elevada pode tornar a médio prazo a situação insustentável para a indústria alemã de plástico, a maior do continente europeu, com receita total de 95 bilhões de euros em 2012, 415 mil empregados e 7.100 companhias.

    Para Erti, a situação se agrava com o desenvolvimento da exploração do shale gas nos Estados Unidos, energia barata que tem atraído muitos investimentos industriais, entre eles os petroquímicos. “Vamos perder competitividade globalmente, os americanos estão se reindustrializando com gás barato e baixos custos energético e de matérias-primas petroquímicas”, disse.

    “Se desprezar as fontes tradicionais na sua matriz energética, a Alemanha não terá células solares e nem pás geradoras eólicas suficientes para sustentar o crescimento da indústria em um mundo cada vez mais competitivo”, finalizou Erti.

    Ainda há oito usinas nucleares funcionando na Alemanha. Com a decisão referendada por seu parlamento de desligá-las até 2022, o país pretende basear sua matriz energética nas fontes renováveis. Embora ainda não tenha sido estudado o quanto essa transição significará de custos para a sociedade alemã − apenas a descontinuidade de uma usina nuclear consome cerca de 1 bilhão de euros. Enquanto a Alemanha estiver fazendo a transição, as emissões de gases de efeito estufa devem aumentar, porque usinas térmicas a carvão e óleo diesel precisarão gerar a energia deixada de ser produzida pelas nucleares.


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