Tecnologia Ambiental

27 de junho de 2014

Tecnologia ambiental – Notícias: Concessões privadas crescem no saneamento

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Publicado por: Quimica e Derivados
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    O setor privado no saneamento deve consolidar até 2017 um total de R$ 12 bilhões em investimentos no Brasil, por meio de concessões, PPPs, locações de ativos e outras modalidades de negócios. Entre 2005 e 2012, já foram materializados R$ 5,5 bilhões e, nos próximos cinco anos, a previsão do Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços de Água e Esgoto (Sindcon) é de que mais R$ 6,5 bilhões sejam investidos, a seguir pelo ritmo atual de negócios.

    Química e Derivados, Tecnologia ambiental - Notícias: Concessões privadas crescem no saneamentoSomente no último semestre, os investimentos, na avaliação do sindicato, deve oscilar em R$ 1 bilhão. Isso porque várias cidades firmaram recentemente contratos de concessão, como Matão-SP, Confresa e Diamantino, no Mato Grosso, além de PPPs na região metropolitana de Belo Horizonte e em Paraty-RJ. Também há a espera de PPPs importantes, como a voltada para universalizar o tratamento de esgoto de Guarulhos (SP) e outras previstas em regiões metropolitanas do Norte e Nordeste do país.

    O caso de Guarulhos se diferencia dos demais por ter origem em um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público Estadual, por meio do qual o município com mais de 1 milhão de habitantes foi obrigado a ampliar o serviço de coleta e tratamento de esgoto, hoje estacionado na faixa de 35% tratados dos 50% coletados. A PPP, já em processo de escolha do vencedor, prevê investimentos de R$ 1,3 bilhão, em um período de 30 anos.

    Uma outra PPP em preparação é para Mauá, na região metropolitana de São Paulo, dessa vez voltada para o sistema de água do município. A estimativa é de o investimento aí atingir R$ 135 milhões. Mas esse valor pode aumentar, conforme sejam avaliadas as propostas dos interessados, por meio de PMIs (procedimentos de manifestação de interesse).

    A PPP incluirá ampliação e modernização da rede e a gestão do serviço, hoje nas mãos da autarquia municipal.
    Haverá a necessidade de redes e estações de bombeamento para atender regiões mais altas do município onde está instalado o polo petroquímico paulista. Outra determinação da parceria é a troca de tubulações antigas, com alto índice de perdas. Os PMIs farão parte da primeira etapa da PP, segundo revelou a prefeitura, e embasarão o modelo para a abertura da licitação.



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