Infra-estrutura precária de transportes tira a competitividade da petroquímica baiana José Valverde Se há presentemente alguma atitude de realização no 2º Pólo Petroquímico, é o sentimento contra a lerdeza do governo federal na execução de obras que atenuariam a precariedade da infra-estrutura de transportes rodoviário, ferroviário e portuária, um fator que agrava a já histórica dependência do grande mercado, o do Sudeste.
O terminal de contêineres do Porto de Salvador, dotado de um único berço de atracação, “está todo gargalado”. Desde que foram inauguradas duas fábricas de pneus – Bridgestone e Continental –, ambas focadas na exportação, o terminal não tem condição de embarcar mais nada, aponta a executiva. A situação será agravada ainda mais depois da iminente partida da segunda linha de produção de celulose solúvel da Bahiapulp. “A Companhia Docas da Bahia precisa urgentemente tirar o segundo terminal do projeto”, reclama. |
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