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Made in Brazil – Há uma companhia local se enveredando no mundo do MBR: a PAM Membranas, do Rio de Janeiro. Embora forneça sistemas de microfiltração para reúso, ainda não fez nenhum MBR, mas domina a tecnologia, por meio da interface entre seus sócios (professores e ex-professores da Coppe) e o laboratório de membranas da UFRJ, onde várias pesquisas são feitas com a tecnologia. De acordo com seu diretor, Ronaldo Nóbrega, a empresa faz contatos com empresas de engenharia de tratamento de água, sobretudo de São Paulo, onde há mais possibilidade de negócios, para oferecer conjuntamente o MBR ou skids para polimento de efluentes com as membranas de microfiltração produzidas no Rio.
Hoje a PAM produz 2 mil m2 por mês das membranas tipo espaguete de fibra oca (de polieterimida), com possibilidade de chegar a 4 mil em dois turnos. Mas o plano é em 2008 passar para a capacidade inicial de 10 mil m2 (20 mil em dois turnos). Para isso, revela Nóbrega, a empresa sairá da área de incubadoras da UFRJ e irá para uma área industrial, ao lado da universidade, o chamado Parque Tecnológico. Será sob essas condições, segundo ele, que a empresa poderá fornecer para grandes sistemas de tratamento. “Com a nova capacidade, poderemos atender por exemplo a demandas de 500 m3/h de efluente tratado”, diz. |
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