As solicitações cada vez mais rigorosas das legislações
ambientais e de saúde no trabalho exigem investimentos consideráveis das
prestadoras de serviços de galvanoplastia no Brasil. Essas empresas também
são pressionadas por boa parte de seus clientes, que ao contratarem os
serviços cobram o atendimento de normas técnicas rigorosas e se recusam a
pagar o preço de tal sofisticação. As dificuldades fazem com que líderes do setor apostem em uma alteração no
perfil desse segmento de negócios nos próximos anos. O mercado, hoje
bastante pulverizado, no futuro deve contar com número bem menor de
representantes. “Não existem estatísticas oficiais. Mas acredito que só no
Estado de São Paulo devem existir mais de 600 empresas especializadas em
galvanoplastia”, informa Marco Antonio Barbieri, vice-presidente do
Sindicato da Indústria de Proteção, Tratamento e Transformação de
Superfície do Estado de São Paulo (Sindisuper) e diretor da Wadyclor,
empresa paulistana que presta serviços de cromação de peças plásticas e
conta com 20 colaboradores.
“Eles podem ter
excelente conhecimento sobre a operação, mas não sabem como administrar as
empresas. Se eles pensassem bem, não abririam uma galvanoplastia, muitos
perdem todo o investimento que fazem”, resume. |
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