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Na PQU – Na outra signatária premiada em 2005, a Petroquímica União (PQU), também houve um caminho similar ao da Suzano. A harmonização necessária entre as normas e o programa, subordinando-os aos critérios de excelência do PNQ, da mesma forma foi realizada internamente para gerar um sistema de gestão integrada. Isso significa todo o exaustivo trabalho de alinhamento entre as práticas e de inclusão de requisitos do Atuação Responsável no ciclo de melhoria contínua. Mas como cada empresa conta com colaboradores e estratégias próprias, há peculiaridades da PQU, em sua trajetória, interessantes de ser ressaltadas.
Mais do que simples motivo de orgulho, este fato demonstra a estratégia cautelosa da empresa para se submeter aos examinadores da FNQ.
Na época da decisão, a petroquímica apenas contava com uma certificação de qualidade, ISO 9001, para um produto (resinas Unilene), conquistada em 1996, e tinha implantado quase a totalidade das práticas do Atuação Responsável, como uma das primeiras signatárias do programa. Estudando os critérios do PNQ, os reponsáveis pela área na PQU chegaram à conclusão de que muito precisaria ser feito, tendo em vista que a maior parte das práticas de saúde, segurança e meio ambiente, oriundas do AR, e a gestão de qualidade de vários de seus produtos petroquímicos sem ISO 9000, estavam a descoberto do processo de melhoria contínua dos sistemas de gestão.
Com essa decisão, segundo Nogueira, a empresa criou um grupo de trabalho que passou a estudar todas as normas para buscar seus alinhamentos, de olho também nas práticas do Atuação Responsável. “Quando começamos a nos preparar para as normas de meio ambiente e de segurança, vimos que havia muita vinculação com os códigos, não poderíamos deixar de fazer a sinergia”, relembra o coordenador.
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