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A boa notícia é que os custos de monitoramento, mesmo para grandes
armazéns, caiu de forma significativa nos últimos anos devido à redução
dos custos dos instrumentos de data logging e da ampla variedade de
recursos, para economia de mão-de-obra integrados às últimas gerações de
equipamentos. Não importa se um armazém químico tenha 500 m2 quadrados ou 50 mil m², é preciso saber como fazer um mapeamento eficiente da armazenagem e como escolher os melhores instrumentos para uma aplicação específica. Desenvolvendo um projeto – Estudos demonstram que, posicionar data loggers em espaços regulares de 30 a 90 metros em um projeto de armazém sem paredes divisórias internas é o adequado para gerar dados em quantidade suficiente para a análise das temperaturas cinéticas médias em situações típicas do setor. Como o ar quente tende a subir, em geral se recomenda o escalonamento dos data loggers, como mostra a Figura 1, para garantir o monitoramento dos espaços verticais em todas as alturas. Isso é particularmente fundamental para os armazéns brasileiros, sujeitos a temperaturas e/ou umidades externas relativamente altas. Além disso, um projeto bem-sucedido de mapeamento de armazém precisa antever os pontos de transição e as áreas problemáticas em potencial, fazendo incluir pontos de leitura conforme necessário. Por exemplo, os data loggers devem usualmente ser posicionados perto de todas as saídas de aclimatadores e próximos às saídas para espaços não aclimatados, tais como docas de carga e descarga, e áreas de concentração para transporte. É aconselhável registrar as temperaturas exteriores simultaneamente, a fim de gerar ampla matriz de dados para se comparar as condições internas e externas. As áreas próximas ao teto ou paredes exteriores podem ser mais quentes, em resposta a temperaturas externas elevadas.
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