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QUALIDADE
Atuação Responsável ajuda
empresas a conquistar PNQ
Pela primeira vez, companhias do
mesmo setor, Suzano e PqU, ganham
o prêmio. Experiência com o programa
da Abiquim cooperou com o resultado
José Paulo Sant'Anna
Em 2005, em sua décima quarta edição, o conceituado
Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ) apresentou pela primeira vez
duas empresas de um mesmo segmento industrial no seleto grupo das laureadas.
O autor da façanha foi o setor químico, representado por
duas das quatro organizações que levaram o troféu,
a Petroquímica União (PqU) e a Suzano Petroquímica.
Ao todo, 318 empresas se candidataram ao prêmio. As duas outras
vencedoras foram CPFL, distribuidora de energia, e Serasa, especializada
em atividades econômico-financeiras.
No total, de 1992 até 2005, foram agraciadas apenas 23 organizações.
Duas outras empresas químicas haviam recebido o troféu em
edições anteriores. A Copesul ganhou em 1997 e a Politeno,
em 2002. O prêmio é organizado pela Fundação
Nacional de Qualidade (FNQ), entidade privada e sem fins lucrativos fundada
em 1991 e que tem como missão promover a conscientização
da importância da excelência em gestão das organizações.
| Divulgação |
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Entrega do PNQ em São Paulo: as quatro
premiadas foram escolhidas entre 318 candidatas |
O resultado da edição de 2005 do PNQ foi comemorado pelos
dirigentes da Associação Brasileira da Indústria
Química (Abiquim). Guilherme Duque Estrada de Moraes, vice-presidente
executivo da entidade, não poupa elogios às vencedoras.
“Estamos profundamente satisfeitos com o desempenho de nossas duas
associadas”, resume. Sem falsa modéstia, Moraes credita uma
parcela da vitória ao trabalho de conscientização
que a entidade vem fazendo com suas afiliadas. “Há uma interface
grande entre esse resultado e o programa Atuação Responsável,
adotado pela Abiquim”, orgulha-se.
Em paralelo ao gerenciamento do programa, a entidade mantém uma comissão
voltada para orientar seus associados com estratégias de sensibilização e
treinamento a custos bastante reduzidos.
| Divulgação |
Trata-se da
Comissão de Promoção em Excelência em Gestão (Copeg), que até novembro se chamava Comissão
Consultiva da Qualidade. “O nome foi trocado porque a expressão
excelência em gestão reflete melhor as atividades da comissão”,
explica Moraes. |
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| Moraes:
Abiquim comemorou as premiações |
Para quem duvida da eficácia das ações promovidas
pela Abiquim, o dirigente lembra de um fato que está longe de ser
coincidência. O atual coordenador da Copeg é César
Barlem, diretor da área industrial da PqU. Seu antecessor foi Jaime
Sartori, que na época e até hoje ocupa posição
de liderança na direção da Politeno. Os dois colaboradores
pertencem justamente a empresas ganhadoras do PNQ. “E a comissão
contou no comando também com dirigentes da Copesul”, ressalta.
Do que se trata? – A excelência em gestão pode ser
definida como a adoção de uma série de fundamentos
administrativos planejados com base nas necessidades dos usuários
e colocados em prática com rigor. Esses fundamentos têm como
objetivo aliar crescimento econômico sustentável com ganho
de competitividade por meio do incentivo à pesquisa e inovação
tecnológica, sem perder de vista aspectos como responsabilidade
social e respeito ao meio ambiente.
Os fundamentos de excelência sugeridos pela FNQ, requisitos básicos
para quem concorre ao prêmio, encontram-se entre os mais rigorosos
do planeta e são alterados a cada três anos, de forma a se
tornarem cada vez mais aperfeiçoados. A próxima atualização
ocorre este ano. A fundação se utiliza de oito critérios
para avaliar os postulantes ao troféu: liderança, estratégias
e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento,
pessoas, processos e resultados.
De acordo com os especialistas, a necessidade da adoção
dos fundamentos de excelência em gestão ganha contornos mais
críticos para as empresas ligadas ao setor químico. Por
apresentar elevados riscos de acidentes, a atividade é vista com
desconfiança por representantes da sociedade com importante participação
na formação de opinião pública.
A imagem desfavorável causa mais do que desconforto. Cresce a cada
dia em todo o mundo o número de consumidores que, ao efetuar suas
compras, seleciona as marcas mantidas por empresas que demonstram preocupação
em quesitos que ultrapassam a qualidade de seus produtos. As corporações
que não respeitam a saúde e segurança de seus funcionários,
o meio ambiente e não agem seguindo os preceitos de responsabilidade
social já sofrem algumas conseqüências desagradáveis
e vão sofrer ainda mais no futuro.
Mas o aspecto mais interessante da adoção das práticas
de excelência em gestão, na opinião de Barlem, encontra-se
no excelente retorno financeiro que elas proporcionam. O coordenador do
Copeg afirma que fatores como redução de acidentes e queda
no índice de interrupções nas linhas de produção
são benefícios que trazem ganhos importantes para os acionistas.
“Quem ainda não tem essa visão está perdendo
dinheiro”, analisa.
Estratégia mundial – O programa Atuação Responsável
foi criado no Canadá em 1985 e hoje é adotado por entidades
de indústrias químicas em mais de 40 países. Ele
tem como objetivo ser instrumento eficaz para direcionar o gerenciamento
ambiental das indústrias químicas em seu aspecto mais amplo.
Promove, na cadeia produtiva, a segurança das instalações,
processos e produtos, a preservação da saúde ocupacional
dos trabalhadores e a proteção do meio ambiente. O modelo
do programa é flexível, o que possibilita atender às
necessidades de cada empresa, quer esteja ela situada no Brasil ou em
qualquer parte do mundo, sem que se perca a característica de um
método que abrange todo esse segmento industrial (veja no quadro
os princípios do programa).
No Brasil, o programa foi adotado em 1992. Desde 1998 a adesão
a ele se tornou obrigatória para todas as empresas ligadas à
Abiquim. Ao todo, a entidade conta com 183 associadas, número considerado
bastante representativo pela direção da Abiquim. “Apesar
de no Brasil existirem cerca de 800 empresas de produtos químicos
industriais, segundo cadastro do IBGE, nossas associadas respondem por
85% a 90% dos produtos comercializados pelo mercado nacional”, informa
Moraes.
As que não são associadas, em geral, são de porte
muito pequeno. Também existem empresas cuja principal atividade
não é química, apesar de produzirem componentes químicos.
“Essas empresas são associadas e adotam programas de outras
entidades, como as de produtos de higiene e limpeza, metalúrgicas
e de cosméticos, entre outras”, lembra.
O dirigente exalta a preocupação da Abiquim de incentivar
prestadoras de serviços ligadas ao setor. Do total de afiliadas,
38 são sócias colaboradoras, nome dado a indústrias
químicas em implantação, transportadoras de
produtos químicos, empresas de tratamento de efluentes e outras.
“O transporte é um aspecto em que o Brasil ainda precisa
melhorar. Um acidente com um caminhão que leva produtos químicos
causa repercussões negativas para todo o segmento”, exemplifica.
Não por acaso, a entidade promove ações voltadas
para a educação dos motoristas e o aperfeiçoamento
dos veículos, além de lutar pela melhoria das rodovias.
Nem todas as associadas se encontram no mesmo nível de excelência,
mas todas são obrigadas a galgar degraus de forma progressiva,
seguindo os aperfeiçoamentos dos fundamentos de gestão defendidos
pela Abiquim, criados com base nos adotados pela FNQ.
A empresa que atinge
o nível mais destacado está apta a concorrer ao PNQ. “Temos
o interesse de que a cada ano um número maior de empresas participe
do prêmio”, diz Barlem.
A partir de 2005, a auditoria realizada entre os associados para comprovar
a aplicação das estratégias administrativas recomendadas,
no passado feita pela própria Abiquim, passou a ser de responsabilidade
de sete empresas especializadas. São elas: ABS, BSI, BVQI, DQS,
DNV, Fundação Carlos Alberto Vanzolini e SGS.
Moraes não tem informações recentes para saber se
houve uma melhora significativa da percepção da imagem da
indústria química pela sociedade após a adoção
do programa. “A última pesquisa que patrocinamos foi feita
há quatro anos”, revela. De qualquer forma, o resultado dessa
pesquisa foi animador. “Captamos uma evolução, as
pessoas perceberam a maior preocupação das fábricas
com relação à segurança”, garante.
Méritos – “A vitória obtida pela Suzano Petroquímica
foi um prêmio à empresa que tem como premissa básica
ser a mais bem-sucedida fabricante de polipropileno da América
do Sul”, orgulha-se José Ricardo Roriz Coelho,
diretor-superintendente para polipropileno da empresa. Com capacidade de
produção de 625 mil toneladas por ano da resina, a empresa de capital
nacional conta com três unidades industriais, localizadas em Camaçari-BA,
Duque de Caxias-RJ e Mauá-SP.
| Na comando da empresa desde 1999, Roriz tem verdadeira obsessão
na busca do aperfeiçoamento dos procedimentos relacionados aos
aspectos administrativos. Formado em engenharia mecânica, pós-graduado
em administração financeira e marketing e com curso de administração
estratégica feito em Harvard, o executivo conta que percebeu a
importância dessa estratégia ao fazer um curso de Qualidade
Total, no Japão, há cerca de dez anos.A empresa adotou os fundamentos recomendados pela FNQ em 2002 e no ano
seguinte participou do PNQ, sendo apontada como finalista. O maior
desafio enfrentado foi o de colocar sob julgamento da fundação, de
forma simultânea, as três plantas industriais. |
Cuca Jorge |
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| Roriz: meta de
ser a mais bem-sucedida em PP |
“Optamos por potencializar os fundamentos em todas as nossas
instalações. As visitas de avaliação organizadas pela FNQ se realizaram ao
mesmo tempo nos nossos sítios”, revela.
Um dos méritos da empresa para chegar ao troféu foi o de
alcançar reconhecimento em todos os oito critérios avaliados.
O destaque ficou por conta da sofisticação da metodologia
de processos, critério responsável pela melhora significativa
dos índices de produtividade. “Nosso grande desafio é
desenvolver aplicações especiais para o polipropileno, resina
versátil e que permite infinitas formulações”,
revela.
Entre as novidades que a empresa promete para os próximos meses
está o lançamento de duas fórmulas enriquecidas com
nanopartículas, que vêm sendo desenvolvidas em parceria com
instituições científicas nacionais. Uma delas será
destinada à fabricação de embalagens de produtos
perecíveis e permitirá recursos como troca de cor quando
ocorrer o vencimento do prazo de validade dos alimentos. A outra visa
atender a indústria automobilística e terá como diferencial
a grande resistência do plástico ao impacto.
Resultado histórico – Ao fechar o balanço de 2004,
a PqU, fabricante de insumos petroquímicos localizada em Santo
André-SP, apresentou lucro líquido de R$ 186,5 milhões,
valor 150% superior ao obtido no exercício anterior e melhor resultado
da história da companhia. Nada mal para uma empresa que nasceu
em 1966, foi privatizada em 1994 e em 1997 viu despencar seu quadro de
funcionários de 1,3 mil para 560.
No cargo de diretor-superintendente desde 2001, o engenheiro químico
Wilson Koji Matsumoto foi um dos grandes responsáveis pela transformação.
“Quando cheguei fizemos uma auditoria e identificamos vários
processos de risco dentro da empresa”, conta. Foi decidida, então,
a criação do programa PqU + Você, que redefiniu os
objetivos de excelência e crescimento sustentável a serem
perseguidos.
No ano seguinte foram adotados os fundamentos recomendados pela FNQ. “Para
se ter uma idéia, evoluímos de 40 horas anuais de treinamento
por pessoa, em 2002, para 80 horas em 2003 e 200 horas em 2004”,
lembra. Os resultados não tardaram a chegar. Em 2004, a empresa
obteve certificação nas normas ISO 9001, ISO 14001, OHSAS
18001 e SA 8000.
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Com estratégias
adequadas, a produtividade evoluiu muito. “Deixamos de atuar pela
intuição, fomos atrás de retorno financeiro por meio de estratégias
muito bem elaboradas”, explica Matsumoto. A constância de propósitos e
a valorização das pessoas trouxeram maior motivação do pessoal e
satisfação de clientes e fornecedores. Além dos resultados financeiros
excelentes, a companhia credita o sucesso ao trabalho que realiza com
a comunidade.Há cinco anos, a empresa era vista pela vizinhança como
um grande perigo, havia a sensação de que a qualquer momento poderia
haver um acidente de grandes proporções. Foi, então, iniciado um
processo de aproximação. |
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| Matsumoto:
estratégia, em vez da intuição |
“Criamos um grupo de 40
pessoas, entre elas professores, bombeiros e membros da defesa civil, com
os quais mantemos constante diálogo”, conta o superintendente. Em
paralelo, houve um processo de conscientização feito com os moradores para
esclarecer como a empresa funcionava. “Ao longo dos últimos anos fomos
visitados por mais de cinco mil escolas”, exemplifica.
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Competitividade nacional cai |
Os especialistas no tema garantem que é crescente no Brasil a
percepção da importância que deve ser dada à
adoção dos fundamentos de excelência. O principal
motivo dessa constatação é a maior inserção
do Brasil no mercado mundial, o que obriga os exportadores a adotarem
padrões rígidos de qualidade como forma de conquistar espaço
para seus produtos no exterior.
Essa sensação positiva, no entanto, sofre um abalo ao se
avaliar os resultados do Fórum Econômico Mundial. Em 2005,
o País perdeu oito posições no relatório de
competitividade global, caindo da 57ª para a 65ª colocação.
Os dados brasileiros foram captados por pesquisa realizada com dirigentes
empresariais de janeiro a maio de 2005. O estudo leva as assinaturas do
Movimento Brasil Competitivo e da Fundação Dom Cabral, que
atuam em parceria com a entidade internacional.
O resultado pode causar estranheza, uma vez que o desempenho da economia
em 2004 apresentou dados positivos. O PIB cresceu cerca de 5%, a inflação
caiu e vivemos recordes sucessivos na balança comercial. De acordo
com Rafael Augusto Tello de Oliveira, pesquisador da Fundação Dom
Cabral, alguns fatores explicam a piora. O grande problema, na opinião
do pesquisador, encontra-se no estrago no ambiente de negócios gerado
pela má avaliação dos governantes. A pesquisa extrapola o conceito de
competitividade empresarial ou setorial e fatores como gasto
ineficiente de recursos públicos, alta carga tributária e legislação
que inibe investimentos pesaram bastante na avaliação. A corrupção foi
outro tema de impacto, apesar de a pesquisa ter sido realizada antes
do estouro da crise causada pelas declarações do ex-deputado Roberto
Jefferson. |
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Outro fator que precisa ser levado em consideração é
a natureza comparativa da pesquisa. “O desempenho macroeconômico
do Brasil foi positivo, mas menos significativo do que o de outros países”,
explica. Um fator ameniza o resultado negativo: em 2005 o estudo abrangeu
117 países, treze a mais do que em 2004.
Quando se pensa apenas no âmbito da iniciativa privada, o País
está longe do ideal. “Infelizmente, a preocupação
dos empresários com os fundamentos de excelência em gestão
não ocorre de forma homogênea, varia de acordo com setor,
região e tamanho das companhias”, avalia José Fernando
de Mattos, diretor-presidente do Movimento Brasil Competitivo.
As grandes corporações, sem dúvida, preocupam-se
mais com a questão e se encontram mais avançadas. No enorme
universo das pequenas e microempresas, que representam parcela significativa
da geração nacional de riquezas, existe maior displicência
em relação ao tema. “O curioso é que as pequenas
e microempresas são as que mais sofrem com o desperdício,
resultado de administrações feitas de maneira pouco estratégica”,
ressalta Tello.
Edson Vaz Musa, vice-presidente do Conselho Curador da Fundação
Nacional da Qualidade, acredita que o País, para avançar, precisa se
conscientizar da importância de adotar estratégias de planejamento
sofisticadas. “O sonho de todos os brasileiros é construir uma nação
mais rica e socialmente mais justa. Para que esses ideais sejam
alcançados, precisamos contar com maior número de organizações de
excelência”, defende. Ao falar em organizações, Musa não se restringe
à iniciativa privada. “Não adianta termos ilhas de competência,
precisamos de continentes. É necessário envolver entidades públicas e
do terceiro setor”, avalia. |
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Princípios do programa Atuação Responsável
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° Assumir o gerenciamento ambiental como expressão de alta prioridade
empresarial, por meio de um processo de melhoria contínua em busca
da excelência.
° Promover, em todos os níveis hierárquicos, o senso de
responsabilidade individual com relação ao meio ambiente,
segurança e saúde ocupacional e o senso de prevenção
de todas as fontes potenciais de risco associadas às suas operações,
produtos e locais de trabalho.
° Ouvir e responder às preocupações da comunidade
sobre seus produtos e suas operações.
° Colaborar com órgãos governamentais e não-governamentais
na elaboração e aperfeiçoamento de legislação
adequada à salvaguarda da comunidade, locais de trabalho e meio
ambiente.
° Promover a pesquisa e desenvolvimento de novos processos e produtos
ambientalmente compatíveis.
° Avaliar previamente o impacto ambiental de novas atividades,
processos e produtos |
e monitorar os efeitos ambientais das suas operações.
° Buscar continuamente a redução dos resíduos, efluentes e emissões
para o ambiente oriundos das suas operações.
° Cooperar para a solução dos impactos negativos no meio
ambiente decorrentes do descarte de produtos ocorrido no passado.
° Transmitir às autoridades, aos funcionários, aos clientes
e à comunidade informações adequadas quanto aos riscos
à saúde, à segurança e ao meio ambiente de
seus produtos e operações e recomendar medidas de proteção
e de emergência.
° Orientar fornecedores, transportadores, distribuidores, consumidores
e o público para que transportem, armazenem, usem, reciclem e descartem
os seus produtos com segurança.
° Exigir que os contratados, trabalhando nas instalações
da empresa, obedeçam aos padrões adotados pela contratante
em segurança, saúde ocupacional e meio ambiente.
° Promover os princípios e práticas do programa, compartilhando
experiências e oferecendo assistência a outras empresas para produção,
manuseio, transporte, uso e disposição de produtos. |
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