Pólo catarinense cresce em nichos de mercado DEMANDA FRACA E REAL FORTE OBRIGAM A DESENVOLVER NOVOS PRODUTOS E MERCADOS Texto e fotos de Fernando C. de Castro O concorrido mercado de fabricação de tintas, solventes e insumos para pintura de Santa Catarina teve altos e baixos em 2005. As previsões de crescimento do setor na casa de 5%, em média, não se confirmaram assim como no restante do País e talvez nem chegue aos 4%. Existem inclusive registros de retração. É o caso da Farben, de Criciúma, uma das empresas mais importantes no abastecimento da indústria nacional de móveis. Seu diretor-presidente e fundador Jayme Zanatta, culpa a alta das matérias-primas e problemas sérios de exportação criados a partir da valorização do real e reconhece ter encolhido em volume negociado.
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