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“A cada compra entrei em contato com os demais fabricantes, mas
sempre acabei optando pelos equipamentos da Agilent que apresentam melhor
robustez, exatidão e precisão”, declarou. “Recebi
até ofertas de preços um pouco inferiores, mas meu critério
de escolha foi técnico“, acrescentou, informando que coube
só a ele a decisão.
Dizendo-se satisfeito com o treinamento recebido no pós-venda,
informou que, como não tem contrato de manutenção
preventiva, o reparo de um equipamento pode levar de dois a três
dias. “Tratando-se de um produto importado, acho esse prazo bastante
razoável”, ponderou.
Um projeto de pesquisa pleitea-do junto à Secretaria de Ciência
e Tecnologia do Rio Grande do Sul, em 2002, permitiu a aquisição
de um LC da PerkinElmer pelo Laboratório de Cromatografia do Centro
de Pesquisas de Alimentos da Universidade de Passo Fundo. A professora
Maria Teresa Friedrich, gerente técnica do citado laboratório,
esclareceu que para solicitação da verba pelo projeto as
especificações técnicas do equipamento devem ser
bem detalhadas, além da obrigatoriedade de realizar várias
cotações.
O preço acaba sendo o determinante da compra para os aparelhos
que atendem aos requisitos técnicos. O equipamento é usado
para analisar antibióticos e adulterantes em leite, além
de cafeína, colesterol e tocoferóis em outros alimentos.
“Fazemos manutenção preventiva, pré-agendada.
Tudo tem funcionado a contento. O equipamento fica ligado 24 horas por
dia e nunca apresentou problemas maiores”, garantiu Maria Teresa.
Na ocasião da compra, a instalação e o treinamento
foram feitos por técnicos da PerkinElmer como prometido. “Fomos
muito bem atendidos. Numa gentileza do fabricante do aparelho, o treinamento
foi aberto até aos alunos da universidade que tivessem interesse”,
finalizou.
Nos laboratórios de controle de qualidade das quatro fábricas
da União Química Farmacêutica, uma em Minas Gerais
e três em São Paulo, há um total de 30 cromatógrafos
líquidos funcionando 24 horas, ao dia, sete dias por semana, todos
da Waters. A aquisição de 29 dos equipamentos ocorreu sob
a responsabilidade da coordenadora de controle de qualidade Denise Hervelha
Gerassi Estevam. “Quando iniciei minhas atividades na empresa, em
1997, já havia no laboratório um LC da Waters, funcionando
muito bem. O equipamento era usado em análises de matérias-primas
e dosagem de ativos em produtos acabados, como xaropes, comprimidos, cápsulas
e outros, e atendia perfeitamente às nossas necessidades. Não
tínhamos problemas com manutenção também”,
completa.
Quando surgiu a necessidade de comprar o segundo, a coordenadora constatou
que as diferenças de custo não eram expressivas e como tecnicamente
o equipamento agradava, não havia porque optar por outra marca.
“O mesmo repetiu-se nas demais compras, aliando-se o fato de ser
ideal padronizar os equipamentos nas várias fábricas”,
complementou.
| Denise manifestou satisfação
também com os serviços de assistência da Waters
com quem tem contrato de manutenção preventiva. |
Cuca Jorge |
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| Castanheira: peocupado com estoque de peças |
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