Instrumentação Analítica

Assistência gera diferencial nas vendas

Maria Silvia Martins de Souza

Com estruturas, serviços e produtos aparentemente tão parecidos, o que leva os clientes a optar por uma ou outra empresa ao efetuar a compra de um equipamento de instrumentação analítica? A química Maureen Kazuko Sakagami, do Laboratório de Orgânica da Unidade de Controle de Qualidade da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), participou há dois anos do processo de compra de um cromatógrafo gasoso acoplado a espectrômetro de massa (CG-MS) para análise de resíduos de agrotóxicos e outros parâmetros orgânicos em água, conforme exigência da Portaria 518 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Na licitação feita, o menor preço definiu a compra, mas estabelecemos critérios técnicos muito rigorosos para impedir que equipamentos que não atendessem as nossas necessidades participassem do processo”, ponderou.
Foram colocados como requisitos obrigatórios os limites de detecção das análises que pretendia realizar, a existência de filial no Brasil com assistência técnica e estoque de peças local, entre outros. “O CG-MS da Varian adquirido atende a mais de 90% das análises que precisamos fazer de acordo com a portaria. Na época, era o que havia de melhor tecnicamente”, assegurou Maureen.

A química manifestou satisfação com o treinamento recebido quando da aquisição do equipamento, assim como com a assistência técnica. Cuca Jorge
Faria: satisfeito com o treinamento pós -venda


Desde 1997 operando como analista em cromatógrafos líquidos (LC) da Agilent, o hoje coordenador de controle de qualidade da Biossintética Farmacêutica Ltda., de São Paulo, Mauro César de Faria, adquiriu há duas semanas mais um LC da mesma marca para o controle de qualidade da empresa. Na coordenação desde 2002, Faria teve então pela primeira vez a responsabilidade de adquirir um LC para seu laboratório, hoje equipado com 13 aparelhos, todos da Agilent.


 
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