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“Existe uma demanda reprimida porque o PVC não oferece a mesma qualidade, os fabricantes de calçados sintéticos querem produzir modelos com melhor estética, mais durabilidade e conforto, mas a oferta de PU é insuficiente”, aposta o engenheiro de materiais da Bayer Materialscience, Alberto Hassessian.
Além disso, informou Hassessian, está entrando no mercado uma série de formulações adicionais como matérias-primas para adesivos à base água, sistemas de isolamento e tintas, também com formulações poliuretânicas. No estande da empresa, foi exibida a versão atual da bola da Eurocopa com revestimento externo em poliuretano desenvolvido nos laboratórios da Bayer Materialscience. “É o mesmo material da bola da Copa do Mundo 2006”, antecipou Hassessian.
Cn. Como novidade a empresa apresentou o Elastollan Light. Trata-se de um TPU expandido desenvolvido para injeção de solas para calçados, que alia leveza às elevadas propriedades mecânicas do TPU e ao baixo desgaste por abrasão. Posicionada entre as três maiores em quase todas as indústrias e aplicações afins, a Basf Poliuretanos iniciou as atividades em 1995, em Mauá-SP, onde desenvolve soluções para as mais variadas necessidades das indústrias automobilística e de transporte, refrigeração, construção civil, de calçados, de móveis e agropecuária.
A empresa aproveitou a Fimec também
para anunciar a entrada em operação de uma planta piloto para realizar
testes com matérias-primas com capacidade para processar 400 quilos por
dia de PU.
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