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Transporte e logística
Indústria química busca reduzir
custos e melhorar operação terceirizando serviços integrados de transporte e
logística Lílian
Satomil
Aumento
da produção, busca pela eficiência nos serviços, foco em seu próprio
negócio e, principalmente, redução de custos têm feito com que as indústrias
químicas e petroquímicas busquem cada vez mais empresas especializadas
em logística para cuidarem de suas fábricas e armazéns. Algumas um
pouco mais e outras bem menos, mas, no final, todas apontam para um mesmo
caminho: a terceirização. Na
atual fase do setor químico e petroquímico, as indústrias podem
terceirizar toda movimentação, armazenagem, recepção, expedição e
administração de materiais, ou apenas parte disso. Depende muito da
complexidade do produto e da tecnologia empregada na sua fabricação. A divisão brasileira da Bayer CropScience, por
exemplo, que faz fungicidas, herbicidas e inseticidas, assinou, em janeiro último,
um acordo com a Ebamag Armazéns Gerais
Logísticas para reformular toda sua logística industrial. “O contrato
vale por dez anos e supera os R$ 50 milhões”, afirma Rafael Ughini
Villarroel, diretor de supply
chain da Bayer CropScience no Mercosul.
De acordo com o executivo, R$ 17 milhões estão sendo investidos pela
Ebamag na construção de um centro de distribuição com 20 mil posições
paletes. A obra está localizada no complexo industrial do grupo Bayer, em
Belford Roxo-RJ, em uma área de 20 mil metros quadrados. A
compra da Aventis e a projeção de crescimento na produção para os anos
seguintes foram decisivas para a Bayer CropScience buscar uma solução de
sua logística. Há dois anos, a empresa previa que, em termos de volume,
a sua produção sairia das 33 mil toneladas/ano para 55 mil toneladas/ano
em 2008. “Isso gerou um estudo. Várias possibilidades foram analisadas,
inclusive com apoio de especialistas da Alemanha”, diz Villarroel.
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