Nova oferta de oligômeros – Em matéria de oligômeros para dispersão de dióxido de titânio em tintas curadas por radiação UV, a exposição esteve representada por intermédio das formulações da Sartomer, empresa do grupo francês Total, que desembarcam no mercado brasileiro tendo como via de acesso parceria firmada com a Bandeirante Química. Segundo o gerente geral para as Américas do Sul e Central da Sartomer Eduardo Guillermo Signorelli, uma das funcionalidades desses oligômeros é permitir a fabricação de tintas com alta fluidez, aspecto importante para as tintas serigráficas e flexográficas, que alimentam mercados gigantescos, como os de CDs, banners, out-doors, adesivos, entre outros materiais promocionais, incluindo o atrativo mercado de embalagens flexíveis. No pacote de matérias-primas para tintas curadas por UV,
outras novidades da Sartomer envolveram uretanos acrilados, alifáticos e
aromáticos, desenvolvidos para a fabricação de tintas serigráficas
destinadas a processos de vacuum
forming. Mas para melhorar
a flexão de vernizes curados por radiação UV, bem como promover aderência
a certos substratos plásticos, como PS e PVC, os fabricantes de tintas
também já podem contar com o monômero para cura UV com alto poder de diluição de resinas.
Neste último caso, porém, já se observam
substituições por monômeros funcionais menos agressivos e que também
atuam como dispersantes de pigmentos, como é caso dos TMP(P0)3 TA,
trimeticol propano (propoxilado)3 triacrilato. Outra presença
de destaque foi a Fragon, tradicional fornecedor de produtos para a indústria
da borracha, que está iniciando vendas de resinas alquil fenólicas (aril-sulfonamida,
à base de breu e PU e fenólica melamínica), produzidas pela americana
Schenectady, com fábrica em Atibaia–SP. Entre os itens nacionais
ressaltou os estearatos de alumínio, cálcio e zinco, produzidos pela Sim
Estearina, no Paraná, integrados aos atuais fornecimentos feitos pela
empresa. A Feitintas também
atraiu pela primeira vez a participação do grupo Resinas Brasil/Socer.
Presente no País desde 1992, o grupo, de origem portuguesa, é o maior
produtor de breu e derivados instalado no Brasil, sendo responsável pelo
processamento de cerca de 45 mil toneladas/ano de resinas de pinus. Dos 10
mil hectares de florestas de pinus pertencentes ao grupo na região de
Guareí–SP, extraem-se gomas/resinas, depois transformadas em breu (colofônia),
de largo emprego na fabricação de resinas malêicas e fumáricas,
adesivos, tintas e vernizes, cosméticos, papel e borrachas sintéticas.
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