ATUAÇÃO RESPONSÁVEL

FACILITA GESTÃO DOS NEGÓCIOS QUÍMICOS

Até o final do anoa revisão do programa fica pronta,tornando-o um sistema e de auditoria,alinhado todas as normas certificáveis exigidas pelo mercado

MARCELO FURTADO

A indústria química brasileira está prestes a ter a sua disposição um sistema de gestão empresarial revolucionário. O acontecimento já tem data marcada: entre o fim deste ano, quando termina a revisão do programa da Atuação Responsável, e o princípio de 2005, quando sua versão definitiva já tiver sido aprovada pelo conselho consultivo nacional e apresentada para os signatários e para a sociedade.

A revolução prometida pelo novo Atuação Responsável não é só exercício de retórica. A estrutura do programa passa por remodelação que o transforma em um sistema de gestão propriamente dito. Isso porque apenas após a revisão ele passará a incorporar em seu arcabouço de implantação o chamado ciclo PDCA (plan, do, check and act), conceito obrigatório aos sistemas de gerenciamento. 

Antes disso, em sua estrutura por códigos estanques, esse conceito de melhoria e checagem contínua do modelo não era estimulado pela estrutura do AR.

"O Atuação Responsável, do modo como estava estruturado, era fragmentado por requisitos e não incluía o ciclo de continuidade, o que limitava seu envolvimento com a gestão das empresas", afirmou Nelson Christianini, gerente de qualidade da Polibrasil, empresa-signatária do programa desde 1993 e bastante empenhada em vários outros sistemas de gestão. Isso significa, em resumo, que ao implantar 100% os seis códigos do programa a empresa pouco mais tinha a fazer, a não ser manter as práticas.
Cuca Jorge
Christianini adaptou o programa para o PNQ

      

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