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Outra empresa a divulgar espectrômetro de massa compatível com cromatógrafos líquidos e gasosos foi a CGS Ltda. Depois de 40 anos, os sócios da antiga CG Instrumentos Científicos separaram-se, criando duas novas empresas. Presente ao estande da CGS, o diretor Ivo Gregori disse que a empresa revende no Brasil os equipamentos da espanhola Konik, de Barcelona. Dentre as novidades, Gregori destacou o espectrômetro de massa K-Mass11, que possibilita a montagem de um sistema três em um, ou seja, CG/MS e HPLC-LC/MS. O revolucionário conceito do equipamento permite mudar de CG/MS para HPLC-LC/MS com uma operação simples, em menos de 15 minutos. O equipamento permite 12 modos de ionização diferentes e tem pré-filtros no quadrupolo, o que provê alta sensibilidade. |
Cuca Jorge |
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| Gregori revende Konik e presta serviços |
Informou ainda Gregori que além da venda de equipamentos, a CGS vem intensificando a prestação de serviços de análises cromatográficas a terceiros, como as de princípios ativos para indústrias farmacêuticas.
| Cuca Jorge |
Cuca Jorge |
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| CG Simple Chrom: alta tecnologia de detecção
e robustez |
Cromatógrafo de íons Dionex gera os próprios
eluentes |
A Cromacon Ciola, de propriedade do Prof. Dr. Rêmolo Ciola, outra resultante da dissolução da sociedade, também expôs na feira. Ainda única fabricante nacional de cromatógrafos a gás, desde a década de 60, expôs o Simple Chrom. Segundo informação da técnica Soraia Rocha, apesar do design simples, da fácil operação e do custo substancialmente inferior ao dos concorrentes importados, o equipamento tem detectores e injetores de alta tecnologia, além de aquecimento e resfriamento rápidos. Robustez e poucos controles eletrônicos ou pneumáticos foram outras características enaltecidas. Acrescentou Soraia que a empresa pretende oferecer, além dos instrumentos, soluções analíticas aos clientes, desde assistência técnica até custo acessível ao desenvolvimento e adaptação de métodos. “O pronto atendimento de nossa assistência técnica com disponibilidade imediata de componentes, já que são na maioria de fabricação nacional, é um diferencial importante em relação à concorrência”, finalizou.
A Acatec Comércio e Representações Ltda. de São Paulo, revendedor local da Dionex, apresentou o cromatógrafo de íons DX-600. “O equipamento é muito avançado, mas simples de usar”, disse o especialista de produtos Marc Yves Chalom. O cromatógrafo tem aperfeiçoado sistema de pistões de bombeamento, detectores de absorbância e eletroquímicos, além de auto-amostrador. Para Chalom a tecnologia do supressor Dionex, agora na quinta geração, é inigualável em termos de performance e confiabilidade.
O equipamento faz uso do sistema exclusivo “apenas adicione água”, que permite a geração automática de eluentes ultrapuros. “Eliminou-se a necessidade da preparação externa do eluente, manuseio de reagentes e perda de tempo”, disse Chalom. Isso é possível graças ao uso de membranas e eletrólise. “No gerador EG40, o eluente é preparado continuamente, a partir de água”, complementou. O programa do equipamento indica ao operador eventuais necessidades de recalibração, evitando a operação em condições inadequadas.
Além de diagnósticos e calibração, o programa tem ainda a ferramenta “Audit”, que grava os testes feitos e seus resultados, permitindo ao usuário ter os registros eletrônicos completos da manutenção do sistema, exigidos em auditorias. Informou Chalom que o equipamento tem grande versatilidade, já que seus módulos foram projetados para serem intercambiáveis. Diferentes configurações de colunas e detectores podem ser preparadas. Supressores operam reduzindo a condutividade do elemento, enquanto aumentam a dos analitos. Há 25 anos, a
Dionex foi a primeira a utilizar a técnica de supressão que aprimora desde então.
Perguntado sobre as vantagens da cromatografia de íons em relação à espectrometria de absorção atômica (AA) ou a de plasma (ICP), Chalom ressaltou que a cromatografia de íons permite a codificação dos teores de cátions (especiação), o que as outras técnicas não fazem. “Num cromatógrafo iônico pode-se detectar quantidades muito baixas de ferro II e ferro III, enquanto AA e ICP só permitem a determinação da quantidade de ferro total”, exemplificou.
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