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7º CONGRESSO ATUALIZA SETOR DE TINTAS |
MUDANÇA DE LOCAL OFERECE MAIS CONFORTO PARA VISITANTES E MELHOR ESTRUTURA FÍSICA PARA EXPOSITORES
MARCELO RABINOVITCH
A cada biênio que passa, o Congresso Internacional de Tintas, organizado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), se firma como um dos mais importantes eventos do setor no Brasil e na América Latina. Este ano acontece, de 19 a 21 de setembro, no International Trade Mart (ITM) – antigo Centro Têxtil - , em São Paulo, a sua sétima edição.
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Seu principal objetivo é possibilitar a troca de informações tecnológicas, além de apresentar algumas inovações do setor. “Conseguimos dar a oportunidade para as duas partes interessadas, àquele que quer divulgar e vender tecnologia e ao que deseja conhecer as novidades do mercado. Eles trocam idéias e formam um embrião para decisões futuras”, explica o diretor da Abrafati, Ernst J. Blumenthal. |
| Cuca Jorge |
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| Blumenthal: palestras atraem até os veteranos do setor |
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Os primeiros congressos abordavam assuntos, predominantemente, técnicos. Hoje, o leque está mais aberto. “Temas ligados à administração, qualidade, marketing, meio ambiente, segurança e saúde contribuem para a atualização dos congressistas e para que conheçam as principais tendências da indústria de tintas do mundo”, explica o coordenador técnico do congresso, Jorge Fazenda.
| Cuca Jorge |
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| Ferreira: vendas de 2001 ficam abaixo da previsão do setor |
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Em 2001, muitas mudanças foram feitas. A primeira delas foi com relação ao local onde vai acontecer o evento. Ele deixa o Pavilhão de Exposições do Anhembi, para o ITM, uma área com cerca de 13 mil metros quadrados, com infra-estrutura de auditórios, faxes, correio, courrier, internet, salas de reunião, praça de alimentação, agência bancária, dentre outras vantagens. “A alteração do local foi um dos maiores incentivos para a participação das empresas na exposição pois elas precisavam de mais espaço para seus estandes”, observa o presidente da Abrafati, Dilson Ferreira. Para ele, a expectativa é muito boa. “Esperamos mais de mil congressistas do Brasil e América Latina”, afirma. Outro aspecto relevante, segundo Fazenda, é que devido a importância do Brasil como produtor de tintas, “os grandes fabricantes de insumos estão presentes no País e no congresso”. |
Além do espaço físico, houve também um acréscimo no número de palestras. Das 70 que aconteceram no 6º Congresso, o 7º ampliou seu quadro para 75. Isso resulta em mais congressistas, visitantes e expositores. A abertura do evento ficará por conta do vice-presidente de tintas e vernizes da Basf, Rui Artur Goerck.
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Nesta edição de 2001 está confirmada, também, a presença de universidades e institutos de pesquisas. Catorze dos trabalhos a serem apresentados são de pesquisadores ligados a essas instituições. “O setor tem gerado um interesse maior na área acadêmica. Isso é reflexo da integração que se fortifica entre universidade e empresa”, diz Fazenda. |
| Cuca Jorge |
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| Fazenda: plenária apresenta o programa Coatings Care |
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Segundo Blumenthal, o comitê científico teve grandes dificuldades para escolher as 75 palestras.
“Todas eram muito interessantes, mas o critério usado foi as que traziam mais inovações tecnológicas”, diz. “Nossos congressistas são técnicos de diferentes áreas, alguns já atuam há 30 anos, outros há cinco, e muitos estão entrando agora. Para cada um deles vai se abrir um horizonte diferente e em matérias específicas.” Na opinião do diretor, para os “novatos” o horizonte será muito amplo. Para os veteranos, será mais seletivo. A perspectiva para o evento, para Ferreira, é de receber uma média de 5 mil visitantes.
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