Química

17 de outubro de 2011

IYC 2011 – Química Verde – Escola de verão difunde conceito

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Publicado por: Marcelo Fairbanks
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    química e derivados, química verde

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    4ª Escola de Verão em Química Verde será realizada entre os meses de janeiro e fevereiro de 2012 nas dependências do Instituto de Química da USP, em São Paulo. As inscrições estão abertas a alunos de qualquer ano de graduação de faculdades de química, engenharia química, farmácia ou similares, públicas ou particulares de todos os estados do país, com informações disponíveis no site: http://quimicaverde.iq.usp.br/home.asp

    Nascida da inspiração dos professores do IQ-USP Reinaldo Bazito, Leandro Helgueira de Andrade e Renato Sanchez Freire, em 2006, a escola de verão tem o objetivo de divulgar o conceito e os princípios da química verde entre graduandos. “Escolhemos o modelo de escola de verão com base no curso oferecido pelo professor Bayardo Torres (IQ-USP), sobre bioquímica e biologia molecular”, explicou Bazito. “Aliás, o próprio prof. Bayardo nos ajudou a implementar o modelo.”

    Como a procura é grande – na escola anterior foram mais de mil inscritos, provenientes de 23 estados e um da Colômbia –, a seleção para preencher as sessenta vagas é feita por meio de sorteio que leva em consideração a quantidade relativa de inscritos de cada estado e instituição de ensino. “Queremos manter sempre grupos heterogêneos, a diversidade cultural dos alunos os favorece muito”, comentou Bazito.

    A escola oferece estadia e alimentação para os selecionados a passar por uma semana cheia de palestras, aulas e experimentos práticos. A heterogeneidade dos palestrantes também é importante, contando com a participação de representantes do governo, agências reguladoras e indústrias, para oferecer uma visão mais abrangente possível do assunto.

    Cabe aos professores abordar os temas fundamentais da química verde, desde os conceitos básicos, eficiência energética, catálise, biorrefinarias e outros. “Os experimentos conduzidos nos laboratórios variam conforme a especialidade dos professores e dos equipamentos disponíveis, podendo abranger sínteses sem solventes, o uso de CO2 no estado supercrítico ou processos oxidativos avançados”, exemplificou. Após as atividades nos laboratórios, os alunos são estimulados a discutir os resultados obtidos.

    “Além de travar um contato qualificado com o tema, o relacionamento entre os alunos de cada turma é importante, eles usam muito as redes sociais e alguns voltam mais tarde para fazer pós-graduação”, comentou Bazito. Embora outras escolas de verão abordem eventualmente o tema, ele considera que a iniciativa do IQ ainda é única. O modelo foi replicado uma vez pelo grupo em Uberlândia-MG, durante as férias de julho (foi uma escola de inverno, brincou o professor).

    A Escola de Verão conta com o patrocínio de algumas empresas e indústrias químicas, interessadas em apoiar a formação de profissionais mais ligados à questão ambiental. Companhias e entidades setoriais interessadas em patrocinar a iniciativa podem fazer contato com os organizadores usando o mesmo site apontado acima.



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