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17 de julho de 2015

Netzsch Moagem comemora 10 anos e inaugura nova planta em Pomerode

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Publicado por: Quimica e Derivados
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    Química e Derivados, Netzsch - Foto: Divulgação

    Netzsch – Foto: Divulgação

    Unidade de 9,5 mil metros quadrados é três vezes maior que a estrutura anterior e recebeu tecnologias para verticalizar e ampliar a produção

    Texto: Marli Rudnik

    A Netzsch Equipamentos de Moagem inaugura, na próxima sexta-feira, 17 de julho, a nova unidade fabril própria, construída no Bairro Testo Central, em Pomerode. A planta de 9,5 mil metros quadrados construídos é três vezes maior do que a estrutura anterior e recebeu investimentos de R$ 20 milhões. Com a ampliação da área e a aquisição de novas tecnologias, a empresa, que está comemorando 10 anos e é líder nacional na fabricação de equipamentos para moagem e dispersão, reaglutinou os processos antes terceirizados e aumentou a capacidade produtiva.

    Química e Derivados, Netzsch - Foto: Giovanni Silva

    Diretor geral da Netzsch Moagem, Giuliano Albiero – Foto: Giovanni Silva

    Para o diretor geral da Netzsch Moagem, Giuliano Albiero, a implantação das novas instalações em um tempo recorde de 10 meses é uma resposta às previsões duvidosas que rondam a economia brasileira neste ano. “O Grupo Netzsch, da Alemanha, holding à qual estamos ligados, reafirma sua confiança em nosso trabalho e na recuperação do Brasil. Queremos, com este investimento, dizer ao mercado que estamos preparados para a retomada. Com espaço físico maior, tecnologias modernas e conhecimento atualizado, estamos prontos para dar a nossa contribuição ao reaquecimento da economia nacional, com produtividade e qualidade”, afirma.

    A nova unidade foi construída em um terreno adquirido pelo Grupo Netzsch na Rua Emílio Marquardt, Bairro Testo Central, a 13 quilômetros do endereço anterior. O principal ganho foi a internalização das atividades, abrigando a produção, o centro administrativo e um amplo laboratório. A estrutura que vinha sendo utilizada já não comportava o crescimento constante da Netzsch Moagem, levando a empresa a descentralizar e terceirizar alguns processos por falta de espaço nos últimos tempos.

    “Reaglutinamos a produção, o que nos favorece em termos de flexibilização de prazos e avanço nos controles de qualidade, permitindo manter a excelência reconhecida da Netzsch Moagem na solução das demandas dos clientes. Além disso, agora temos uma estrutura mais adequada para testes e demonstrações de nossas tecnologias”, diz Albiero.

    Tecnologias

    Química e Derivados,Netzsch - Foto: Ricardo Silva

    Netzsch – Foto: Ricardo Silva

    Para aumentar a competitividade, a Netzsch Moagem adquiriu equipamentos mais adequados à nova planta. Um deles foi a mandrilhadora para usinar peças grandes (até 12 mil quilos), que trouxe mais autonomia aos processos, com redução de custos. Até então, a Netzsch dispunha de um equipamento de menor porte (até cinco mil quilos), e terceirizava as demandas maiores.

    Na linha de montagem foram instaladas uma nova cabine de pintura (25 metros quadrados de área e cinco metros de altura) e nova estufa de secagem de grande porte. Com isso, a Netzsch pode fazer internamente as pinturas de tanques ou dispersores maiores. Para completar, as linhas de usinagem e montagem contam com duas pontes rolantes para 10 e 12 toneladas, respectivamente, que representam o dobro da capacidade anterior.

    Na divisão de Poliuretano (PU), a ampliação da área permitiu instalar um jato de granalha de aço e uma estufa dedicada (6 metros quadrados) para cura de peças moldadas. Antes, o setor de PU compartilhava a estufa com a montagem e terceirizava o jateamento. Esta unidade foi criada para suprir as demandas internas da Netzsch Moagem quanto a componentes para moinhos, mas fornece também para outras unidades do grupo em todo o mundo, em sistema intercompany.

    Laboratórios

    Química e Derivados,Netzsch - Foto: Ricardo Silva

    Netzsch – Foto: Ricardo Silva

    Ainda atendendo à unidade de Poliuretano, a Netzsch investiu em novos equipamentos de análises e testes para desenvolvimento de polímeros de engenharia com aplicação industrial. Estas tecnologias estão no novo Centro de Pesquisas e Aplicações (CPA), que agora ocupa uma área de 1.500 metros quadrados e conta com laboratórios dedicados para demonstrações e análises de tecnologias para moagem a seco e a úmido, de alimentos e químicos. O espaço recebeu novos equipamentos e melhorou a estrutura para receber com mais conforto os clientes, oferecendo sala de reuniões com telefone e internet e auditório para realização de seminários, treinamentos e workshops.


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