Química

15 de maio de 2012

Nanotecnologia – SESI / SENAI Investe para preparar os jovens

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Publicado por: Jose P. Sant Anna
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    Revista Química e Derivados, Carlos Alberto Pereira Coelho, SENAI, kits atingirão o público em 2 anos

    Escolas móveis

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    o Brasil, quando se fala em mão de obra para nanotecnologia, muitos pensam em profissionais com pós-graduação. Para a indústria, é importante disseminar o tema para alunos de todos os níveis. Com esse objetivo, está sendo lançado pelo Sesi/Senai de São Paulo o Programa de Educação em Nanociência e Nanotecnologia.

    O programa conta com duas vertentes distintas. Uma delas é a da construção de doze laboratórios em três unidades de ensino do Senai – cinco na escola do bairro de Santo Amaro, na capital paulista, cinco na cidade de São Bernardo do Campo-SP, e duas em Osasco-SP. Esses laboratórios serão utilizados pelos alunos da entidade dos cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação. Também poderão ser utilizados por empresas interessadas em realizar pesquisas. Eles devem ser inaugurados até o final do ano.

    Pedro Minamidami, coordenador de atividades técnicas da escola Senai Mario Amato, de São Bernardo do Campo, informa que a unidade terá mais de quarenta equipamentos, entre eles um microscópio eletrônico de varredura, um microscópio de força atômica e pena litográfica para traçar circuitos nanométricos. Na escola, serão contratados nove profissionais especializados para gerir o trabalho.

    Revista Química e Derivados, Carlos Alberto Pereira Coelho, SENAI, kits atingirão o público em 2 anos

    Coelho: escolas móveis (acima) apresentarão a nanotecnologia aos estudantes

    A segunda vertente do projeto prevê a construção de cinco escolas móveis, montadas em carretas, que percorrerão as várias regiões do estado de São Paulo e atenderão os alunos das unidades do Senai e do Sesi do interior do estado, indústrias e também estarão abertas à visitação pública. Cada escola móvel está montada em uma carreta especialmente desenhada, cujo espaço se amplia por meio de um sistema hidráulico e atinge área útil de 72 metros quadrados. O custo por unidade é de R$ 2 milhões.

    Carlos Alberto Pereira Coelho, agente de inovação do Senai, explica que cada unidade terá um kit com 14 experimentos, microscópio eletrônico de varredura de bancada, sistema de fabricação de dispositivos para nanolitografia, microscópio de força atômica e outros equipamentos. “Elas percorrerão um roteiro planejado de forma que atinjam o público desejado em dois anos”, diz. O prazo coincide com a formação das turmas de diversos cursos de ensino médio e superior. O primeiro caminhão já está pronto e os demais serão concluídos até o final do ano. A programação vai ter início no próximo ano. Uma das preocupações atuais é formar professores para ministrar os cursos.

     



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