Máquinas e Equipamentos

16 de novembro de 2011

Meios filtrantes ganham mais vida útil

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Publicado por: Gerson Trajano
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    descarte de elementos filtrantes é um problema para os fabricantes de produtos de separação sólido-líquido. Em sua maioria, eles não podem ser reaproveitados e estão impregnados de produtos químicos, graxa e elementos não biodegradáveis. Alguns deles, como as pré-capas de perlita, já são reciclados e aproveitados novamente no processo de produção. De acordo com os especialistas, a melhor maneira de não prejudicar o meio ambiente é aumentar a vida útil dos meios filtrantes.

    química e derivados, Sérgio Augusto, meios filtrantes

    Augusto: filtro bolsa dura cinco vezes mais

    Com a mistura de polipropileno e poliéster, a Eaton desenvolveu um novo filtro bolsa (marca Duragaf) com vida útil cinco vezes maior que o tradicional feito de feltro. As fibras do tecido filtrante possuem um diâmetro menor e uma espessura maior. Os engenheiros também aumentaram a porosidade e mantiveram o diferencial de pressão baixo.
    “O resultado é a redução dos custos de operação em razão do menor consumo de bolsas, menor tempo de parada para a troca do elemento filtrante, com menos gastos em armazenamento e descarte”, destaca Sérgio Augusto, supervisor de vendas da Eaton.

    Usar filtros com melhor desempenho permite também diminuir a totalidade de equipamentos auxiliares, como bombas, motores, agitadores e transportadores, proporcionando redução no consumo de energia elétrica e menor impacto ambiental.

    A Bokela afirma que o seu filtro Dyno realiza as operações de filtração e lavagem mesmo em altas concentrações de suspensões ou de viscosidade. “Além disso, enquanto a filtração transversal convencional – com módulos tubulares – atinge concentrações finais de no máximo 20% de volume, o Dyno atinge até 65% de volume”, diz Matthias Hatzenbuehler, diretor-geral da empresa filial brasileira.

    Uma alternativa para a economia de energia é o uso de inversores de frequência, capazes de ajustar a tensão e a frequência das três fases elétricas com a finalidade de controlar a velocidade de um motor de indução de forma compatível com a solicitação operacional.

    Com o avanço tecnológico, estabelecer medidas de economia de energia está cada vez mais viável. A cada dia os equipamentos estão ficando mais compactos, eficientes e utilitários, substituindo funções que antes demandariam dois ou mais equipamentos para desempenhá-las.

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