Laboratório e Análises

15 de março de 2012

Instrumentação – Agilent investe no atendimento ao cliente

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Publicado por: Marcelo Fairbanks
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    Agilent Technologies inaugurou, em 29 de fevereiro, seu Centro de Excelência, em Alphaville (Barueri-SP), ocupando uma área de 750 metros quadrados, que abriga salas para treinamento de pessoal próprio e de clientes, além de um ambiente para operar como laboratório de aplicações. O investimento para a construção do centro foi bancado pela área corporativa da companhia, sediada nos Estados Unidos, sem onerar o orçamento da subsidiária, refletindo a importância crescente do mercado local no balanço global de negócios.

    Revista Química e Derivados, Reinaldo Castanheira, Agilent, pessoal especializado

    Castanheira em uma das salas de treinamento de pessoal próprio

    “O centro está equipado com os mais modernos instrumentos analíticos para que os clientes possam trazer os seus problemas para serem estudados e resolvidos pelo nosso pessoal especializado”, explicou Reinaldo Castanheira, gerente-geral da Agilent no Brasil. Os clientes podem também trazer amostras de seu interesse para serem analisadas pelos equipamentos da companhia, verificando pessoalmente se os resultados ou o desempenho dos instrumentos são os esperados, como um teste de pré-compra.

    Esse laboratório também servirá como show-room avançado, no qual os usuários poderão ver como são operados os instrumentos para que possam obter o seu máximo desempenho, tanto em recursos analíticos quanto em produtividade. “Temos outra área preparada para treinamento dos analistas dos clientes, com instrumentos adequados para isso e com a participação de especialistas de universidades, mais habituados a atividades didáticas”, comentou. A disponibilidade do centro de excelência permitirá a venda de cursos para interessados.

    Revista Química e Derivados, Espectrômetro de emissão atômica com microplasma 4100-MP-AES

    Espectrômetro de emissão atômica com microplasma 4100-MP-AES

    Atualmente, a companhia oferece treinamentos de familiarização dos operadores com os instrumentos e sua manutenção elementar, como serviço de pós-venda, ou a título de relacionamento com clientes. “Não ensinamos técnicas analíticas químicas, pois os operadores já aprendem a parte teórica nos cursos técnicos e superiores”, disse.

    O laboratório conta com instrumentos tradicionais, como o espectrofotômetro Cary 60 para a faixa UV/Vis e um cromatógrafo a gás avançado 7890A, totalmente compatível com o amostrador/preparador (work bech) produzido pela empresa. Trata-se do robô 769A, capaz de diluir, dissolver, aquecer, enfim, preparar amostras conforme determinado pelo operador, abastecendo cubetas acondicionadas em bandejas que são depois colocadas nos sistemas de alimentação automática dos instrumentos. O uso do robô contribui para a eliminação de erros, permite alocar operadores para tarefas mais nobres e também oferece a eles mais segurança, dispensando-os de manipular solventes agressivos, como o benzeno, ainda usado em algumas análises.

    Além deles, destaca-se o espectrômetro de emissão atômica com microplasma 4100-MP-AES, que ameaça substituir os modelos de absorção atômica usuais. “Ele dispensa os gases de arraste, usando um plasma de nitrogênio excitado por um forte campo magnético, como um forno de micro-ondas”, explicou Castanheira. A empresa fornece um gerador de nitrogênio por separação do ar atmosférico em membranas seletivas, de tamanho adequado para usos analíticos.

    Revista Química e Derivados, Robô 769A prepara amostras antes dos instrumentos

    Robô 769A prepara amostras antes dos instrumentos

    Há também o novo cromatógrafo a gás com detetor de massa triplo quadrupolo (MS-QQQ), que pode ser usado nas análises de dopping em competições esportivas ou para detectar resíduos de pesticidas em alimentos. Encontra-se um ICP óptico para detecção de metais em lubrificantes, uma técnica muito usada por operadores de turbinas para avaliação de desgaste interno, bem como bioanalisadores para RNA/DNA. “Falta instalar ainda um ICP-MS”, comentou.

    Duas salas do centro são dedicadas ao treinamento dos profissionais de campo da Agilent. Antes, a companhia precisava mandar os técnicos para a matriz. Essa preparação começou a ser feita em Alphaville, com a presença dos especialistas vindos dos Estados Unidos. Treinadas as primeiras turmas, elas assumirão a preparação dos demais técnicos de campo.

    Esse treinamento de pessoal inclui a desmontagem total dos instrumentos e sua recomposição total, dentro dos padrões de qualidade habituais. É possível simular defeitos e acompanhar a sua correção. Isso permitirá reforçar o atendimento aos clientes da empresa, com grande número de instrumentos analíticos instalados no Brasil.



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