Cosméticos

15 de dezembro de 2016

In-Cosmetics Latin America: Consumidor pede insumos naturais para frear danos por estresse e poluição

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Publicado por: Hamilton Almeida
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    Química e Derivados, In-Cosmetics Latin America: Consumidor pede insumos naturais para frear danos por estresse e poluição

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    Na expectativa de retomar o crescimento dos negócios a partir de 2017, o setor de HPPC (higiene pessoal, perfumaria e cosméticos) está buscando, cada vez mais, incrementar o uso de ingredientes naturais, além de combater os efeitos da poluição e do estresse. Estas tendências vieram à tona durante a in-cosmetics Latin America, realizada no início de outubro no pavilhão azul do Expo Center Norte, na capital paulista.

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    Com uma área de exposição 20% maior, o evento reuniu cerca de 200 expositores: 90% das principais marcas globais e a presença inédita de empresas como Cargill e Shin-Etsu. E recebeu a visita de 3.500 profissionais (31% a mais do que em 2015) ligados a P&D, novos negócios, formuladores e compradores.

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    “É incrível acompanhar o progresso da in-cosmetics Latin America desde o seu lançamento como in-cosmetics Brasil, há dois anos”, avaliou o diretor da Feira, Daniel Zanetti. “Esta é uma feira B2B de um dos setores que mais investem em pesquisa e desenvolvimento”, ponderou o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), João Carlos Basílio. Não à toa, muitas empresas aproveitaram a mostra para mostrar suas novidades.

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    Basílio reforçou a importância da inovação como um dos principais propulsores para a retomada do crescimento do setor. Lembrou que, após 23 anos de expansão contínua, o segmento teve uma queda real de 8% do faturamento no ano passado. Se o primeiro semestre deste ano ainda não foi dos mais animadores, agosto reacendeu as esperanças. “Registramos uma expansão dos negócios de 2% em relação ao mesmo mês de 2015”.

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    Embora modesto, esse resultado sinaliza uma guinada no ritmo dos negócios, que deverá ficar mais evidente em 2017. A estimativa é que o balanço de 2016 poderá ser negativo (-2%) ou empatar com 2015. Mas o ano que vem deverá registrar uma taxa de avanço acima da inflação, “se não houver aumento dos impostos”, salientou.

    Fernando Cruz, consultor do Instituto Euromonitor, comentou que a performance latino-americana é similar à do resto do mundo e que as taxas de crescimento entre 3% e 4% ao ano “estão mais lentas do que há 5 ou 10 anos”. O Brasil representa 53% do mercado regional, seguido por México e Argentina.

    O perfil brasileiro é de 91% de produtos de consumo de massa e 9% premium. Aqui, a procura por fragrâncias evolui em ritmo mais acelerado (de dois dígitos, em volume) que o dos demais produtos do ramo. E a venda de produtos para homens variou, entre 2010 e 2015, de um gasto per capita de US$ 30 para US$ 60.


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