Logística Transporte e Embalagens

13 de setembro de 2013

Embalagens: Portaria exige mais testes

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Publicado por: Antonio C. Santomauro
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    ublicada em março último, a portaria 135/13, do Inmetro, deu prazo de seis meses para embalagens destinadas ao transporte de produtos perigosos se adequarem às exigências de novos testes solicitados no ano passado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (que atualmente define em sua resolução ANTT420/04, e nas sucessivas atualizações, quais produtos químicos são classificados como perigosos).

    Em linhas gerais, resume Glória, da Associquim, esses testes podem ser agrupados em dois conjuntos: testes de vibração para IBCs, e testes de queda para os demais gêneros de embalagens. Entre as novas exigências neles inseridas, ela cita aquelas às quais estão agora submetidas as chamadas ‘embalagens combinadas’, compostas por um componente interno e outro externo. “Antes, se a embalagem externa se rompesse, e a interna permanecesse intacta, a embalagem era aprovada”, ela diz. “Agora, ambas as embalagens também precisarão resistir aos testes, e creio que será necessário que os fabricantes delas invistam em materiais mais resistentes”, acrescenta Glória.

    Para ela, a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos não impactará diretamente o mercado das embalagens industriais, até porque esses produtos são utilizados principalmente em ações business to business, e têm seu manejo e seu descarte já bem equacionados, seja por regulamentações específicas, seja pela Lei de Crimes Ambientais, enquanto a Lei de Resíduos Sólidos foca as embalagens já utilizadas pelos consumidores finais. “E mesmo no segmento dos usuários finais já existem regulamentações específicas para agrotóxicos, e legislações em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná que tratam das embalagens de produtos perigosos”, complementa a assessora da Associquim.

    Tal opinião é compartilhada por Gisette Nogueira, assessora de assuntos industriais da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química): “Pela legislação, os resíduos sólidos gerados nas indústrias químicas, incluindo os resíduos das embalagens de produtos químicos, devem ter a destinação adequada, atendendo as orientações contidas no Plano de Gerenciamento de Resíduos”, comenta.



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