Tintas e Revestimentos

13 de junho de 2012

Biocidas – Normalização Avança

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Publicado por: Antonio C. Santomauro
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    mbora possa evoluir também em decorrência do surgimento de variedades de produtos usuários desses ingredientes, o mercado de biocidas para tintas tem seu desenvolvimento associado de maneira muito direta aos negócios da própria indústria de tintas que, pelas estimativas de Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati, deve este ano incrementar suas vendas entre 3% e 4% em volume, em comparação a 2011. “Essa previsão considera as medidas que vêm sendo tomadas para reduzir o impacto da crise internacional no Brasil; um agravamento na atual situação mundial pode levar a uma revisão desses percentuais”, ressalva.

    química e derivados, Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati, linha imobiliária

    Ferreira: linha imobiliária deve manter crescimento

    Este ano, tal qual em 2011, o segmento com melhor desempenho é o das tintas imobiliárias. Já as vendas de tintas para uso industrial seguem abaixo do esperado, em decorrência da fraca atividade das indústrias no país.

    No primeiro semestre, o incremento de negócios da indústria de tintas, avalia o presidente da Abrafati, atingiu apenas 1%. “Tradicionalmente, o segundo semestre é mais forte e esperamos essa sazonalidade novamente em 2012”, diz Ferreira. Ele prevê: antes de 2020, a indústria brasileira de tintas deverá alcançar a marca de 2 bilhões de litros anuais (no ano passado, chegou perto de 1,4 bilhão de litros).

    Assim como trabalha para incrementar seus negócios, a indústria de tintas investe também no aprofundamento de uma estrutura de normatização capaz de garantir a qualidade de seus produtos, até mesmo nos quesitos relacionados ao uso de biocidas. Agora, desenvolve mais duas dessas normas: uma para avaliar o crescimento de algas na película seca, e outra para detectar a presença ou a ausência de bactérias produtoras de H2S em tintas.

    De acordo com Gisele, a primeira dessas duas normas estará pronta provavelmente em 2014, enquanto aquela relacionada à bactéria produtora de H2S deve ser publicada já no próximo ano. Essa bactéria, diz Gisele, prolifera nas latas de tintas, e assim como as bactérias aeróbias, provoca mau cheiro, além de outros efeitos nocivos, como o escurecimento da tinta no fundo da lata.

    Apenas de 2010 para cá, conta a gerente da Abrafati, já foram publicadas três novas normas relacionadas a biocidas na produção de tintas (ver quadro). “É importante destacar que, desde o final de 2011, a normalização de tintas, vernizes e produtos correlatos passou a se concentrar em um comitê específico da ABNT, o CB-164, que reúne um grupo muito qualificado de especialistas, e facilita a discussão, elaboração e revisão das diversas normas relacionadas a esses produtos”, diz. “Coordenado pela Abrafati, esse comitê conta com uma Comissão de Estudo de Tintas para Construção Civil para Edificações Não Industriais – há dois grupos de trabalho, sendo que um deles é dedicado à micro-biologia”, ressalta Gisele.

    Normas, biocidas, química e derivados

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     



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