Química

22 de setembro de 2007

Atualidades – Instrumentação/controle – Toma posse o comitê local da Fieldbus Foundation

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Publicado por: Alberto Z. Lopes
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    comitê de marketing da Fieldbus Foundation nomeou, em 17 de maio deste ano, seus representantes no Brasil com o objetivo de organizar uma extensa gama de atividades relacionadas ao protocolo Filedbus, entre as quais treinamentos, feiras, exposições e demonstrações sobre a tecnologia Foundation. “Além disso, pretendemos criar um canal de comunicação formal com as indústrias para levantar o que está sendo feito em relação a esse protocolo, e captar, de forma organizada, sugestões e idéias para gerar uma tecnologia cada vez mais adequada para os usuários finais”, informa Cláudio Aun Fayad, diretor de Sistemas da Emerson Process Management, eleito presidente do comitê brasileiro.

    A escolha do Brasil para sediar esse comitê se deve ao fato de o País ser um dos primeiros na América do Sul a adotar o protocolo. “O comitê brasileiro terá um importante papel na direção desta organização à medida que se desenvolveram esforços para ampliar a adoção da tecnologia Foundation nos setores de automação e controle de processos”, diz Bill Tatum, gerente de marketing da Fieldbus Foundation.

    Segundo Fayad, o maior desafio do Comitê Brasileiro é levar para as indústrias, como mineração, papel e celulose, açúcar e álcool, que ainda não utilizam a tecnologia Foundation, os seus benefícios genéricos e aplicados. “Cada segmento tem suas especificidades, mas, em comum, todos buscam a excelência operacional e nossa missão é organizar nossa mensagem de forma clara, objetiva e eficaz para que cada setor se conheça e se convença dos ganhos que poderá ter com a adoção desse protocolo.”

    Para o presidente do comitê brasileiro, a adoção desse protocolo não é dispendiosa, pois permite o uso de grande parte da estrutura existente com uma significativa redução no número de cabos. Além disso, por ser uma tecnologia aberta, pode ser utilizada em equipamentos de fabricantes distintos. “Um projeto novo pode sair a um preço entre 20% a 30% menor que um feito com a tecnologia tradicional. O custo operacional pode cair entre 2% a 5%.”

    Fayad acredita que o comitê poderá contribuir também para a redução do custo de implantação à medida que conseguir estimular a adesão de novos usuários. A estratégia para isso já está definida: o comitê pretende criar seminários com participação gratuita, mostrando como fazer um projeto e seus benefícios e certificar instituições como o Senai e os Cefets (Centro de Formação de Escolas Técnicas) para incluir no programa dos cursos de automação a capacitação na tecnologia Foundation. “Isso ampliará o número de técnicos, engenheiros e usuários que conhecem essa tecnologia.”

    Além de Fayad, compõem o comitê brasileiro de Marketing da Fieldbus Foundation: Marcos Rocha, da Pepperl+Fuchs, e Augusto Pereira, da Yokogawa.



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