Tecnologia Ambiental

13 de fevereiro de 2000

Atualidades – Ambiente: Rhodia cria sistema contra efluentes acidentais

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Publicado por: Rose de Moraes
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    gestão da produção no complexo químico da Rhodia em Paulínia-SP está mais flexível pela implantação de novo sistema de proteção ambiental contra efluentes acidentais, conforme anunciou em abril o presidente da empresa para a América Latina, José Carlos Grubisich. Trata-se do projeto Bacon, em desenvolvimento há cerca de três anos, que compreendem reservatório integrado por duas bacias de contenção com profundidade total de 12 m e capacidade para seis milhões de litros. Nelas serão mantidos líquidos derramados em situações acidentais decorrentes de vazamentos nas linhas produtivas, chuvas mais intensas ou grandes volumes de água usados para combater incêndios, impedindo lançamentos poluentes no Rio Atibaia e Ribeirão Anhumas. A cobertura adicional de segurança oferecida pelo sistema é praticamente total.

    Química e Derivados, As duas bacias de contenção (à dir.) têm 12 m de profundidade

    As duas bacias de contenção (à dir.) têm 12 m de profundidade

    Com exceção das unidades de sílicas e ácido nítrico, que possuem sistemas exclusivos, todas as demais áreas produtivas, incluindo ruas e áreas de estacionamento, estão sob a proteção do Bacon. O sistema também é integrado por coletor tronco construído com tecnologia shield (tatuzão), que dispensou a abertura de valas, rede de tubulações subterrâneas com 3 km de extensão e estação de monitoramento contínuo de pH e carbono orgânico total (COT), realizado por analisadores.

    “O projeto Bacon traduz a política da empresa de redução de impactos ambientais e de preservação dos recursos hídricos da região, conciliada aos desafios de promover maior crescimento, aumentar volumes e obter ainda maior competência na gestão de nossas unidades industriais”, afirmou Grubisich. Para a execução do projeto, foram gastos R$ 12,4 milhões, mas os investimentos da empresa em novos projetos, modernização e manutenção de todos os sistemas voltados para o meio ambiente superam esse valor, atingindo a média anual de R$ 30 milhões. A partir de outubro deste ano, a Rhodia

    prevê consumir gás natural e, até o final de 2001, estima finalizar os projetos de co-geração de energia, programados para os sites de Paulínia e Santo André, que propiciarão aumento de capacidade em  todos os negócios com base no Brasil, responsável por uma fatia de US$ 900 milhões no faturamento global da Rhodia de US$ 5,6 bilhões no ano passado.



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