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10 de junho de 2016

Abrafati 30 anos: Estimulando a inovação e a circulação do conhecimento

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Publicado por: Quimica e Derivados
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    Química e Derivados, Abrafati 30 anos: Estimulando a inovação e a circulação do conhecimento

    A Abrafati conduz uma série de programas e ações que têm por objetivo a busca do desenvolvimento setorial sustentável. Essas iniciativas desempenham papel chave na construção do futuro da cadeia de tintas, que evolui e se renova continuamente. Ao mesmo tempo, representam uma significativa contribuição para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

    Em uma série de artigos, a Associação apresentará um resumo dos avanços dos últimos 30 anos e do que está por vir, relacionados a temas essenciais como a inovação tecnológica, a sustentabilidade, a melhoria da qualidade e a competividade. Nesta edição, o tema é o que a Abrafati faz em prol da evolução tecnológica e da capacitação técnica dos profissionais que atuam no setor.

     

    Entre os objetivos centrais da atuação da Abrafati, sempre estiveram em destaque dois temas que são indissociáveis: por um lado, o estímulo à pesquisa e à inovação tecnológica; por outro, a disseminação de conhecimentos dentro e fora da cadeia produtiva.

    Para atender a eles, ao longo dos últimos 30 anos foram idealizados, implementados e permanentemente aprimorados programas e iniciativas muito exitosos, que se interconectam e contribuem para que o setor e os profissionais que nele trabalham se mantenham tecnologicamente atualizados, acompanhem as principais tendências internacionais e possam constantemente desenvolver novidades.

    Um dos exemplos mais representativos nessa seara é o do Congresso Internacional de Tintas, reconhecido há muitos anos como um dos principais em sua especialidade no mundo. Sua primeira edição aconteceu em 1989 e um texto daquela época resume o que se buscava – que continua valendo até hoje: “Com esta vasta gama de trabalhos técnicos envolvendo o assunto tintas, acreditamos que a Abrafati poderá contribuir substancialmente para a difusão de ideias que, levadas pelos congressistas às suas respectivas empresas, poderão ser o embrião de desenvolvimentos relevantes nas mais diversas áreas”.

    Ali, nas quatorze edições já organizadas, as principais ideias, as pesquisas em andamento, as descobertas mais recentes relacionadas ao universo das tintas foram apresentadas em mais de mil trabalhos técnicos de autoria de profissionais de todo o mundo, tanto do meio empresarial quanto do acadêmico.

    Com o efeito sinérgico proporcionado por sua realização concomitante com a Exposição Internacional de Fornecedores, o Congresso proporciona a milhares de profissionais a oportunidade de ter contato com os temas mais inovadores que são objeto de pesquisas e os mais recentes desenvolvimentos da indústria. Na última edição, por exemplo, mais de 12 mil pessoas visitaram o evento e saíram de lá com informações valiosas para o seu trabalho atual e futuro. “Os participantes têm – a partir dos trabalhos apresentados na programação de palestras, na Sessão Pôster e em eventos complementares, assim como nos estandes dos principais fornecedores – uma visão abrangente das soluções mais avançadas, viáveis e sustentáveis em termos de matérias-primas, formulação, aplicação de tecnologias, incremento de performance, funcionalidades e muitos outros aspectos. E tudo isso é levado para dentro das empresas, contribuindo para a inovação e o desenvolvimento tecnológicos”, explica Dilson Ferreira, presidente-executivo da Abrafati.

    As empresas entendem que esse é um espaço voltado para impulsionar o conhecimento dos profissionais e debater novos desenvolvimentos e insights – o que repercute diretamente na evolução tecnológica da cadeia de tintas. Por isso, estimulam seus especialistas a inscrever papers que mostrem o atual estágio das suas pesquisas e ações voltadas para a inovação. “Essas empresas sabem que são beneficiadas por esse intenso intercâmbio de ideias e experiências, ao mesmo tempo em que consolidam a sua imagem de lançadoras de tendências e impulsionadoras do avanço, o que tem repercussões favoráveis em seus negócios”, afirma Dilson Ferreira. “Merece destaque, também, a expressiva participação de pesquisadores ligados a universidades e centros de pesquisa, o que é extremamente positivo por contribuir para a necessária integração entre indústria e academia, que precisam ter uma parceria mais efetiva em prol da ciência e da tecnologia. Isso é ainda mais relevante porque esses pesquisadores sofrem menos as pressões do tempo e da relação custo-benefício e, portanto, podem explorar mais a fundo possibilidades que a indústria algumas vezes deixa de lado”, acrescenta.


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